Galeria
Clique nas imagens para ampliar
O que é um Eletroímã para elevação de aço?
O Eletroímã para elevação de aço é uma solução eletromagnética destinada à atração e à sustentação de materiais ferrosos em operações industriais.
Na configuração retangular, como o Eletroímã Retangular EIR da ITAL, o equipamento pode ser integrado a sistemas de elevação para facilitar o posicionamento e a movimentação de cargas compatíveis com a aplicação.
Um eletroímã para elevação de aço utiliza bobinas elétricas para gerar um campo magnético capaz de atrair e sustentar materiais ferrosos durante etapas controladas de movimentação industrial.
Como o campo magnético é gerado?
O funcionamento parte do acionamento elétrico das bobinas instaladas no conjunto magnético. Quando alimentadas, elas geram um campo magnético que atua sobre materiais ferrosos presentes na área de influência do equipamento.
Esse campo permite estabelecer atração entre o eletroímã e a carga, desde que as características do material, da superfície de contato e da operação sejam compatíveis com a aplicação definida.
A intensidade e o comportamento da atração não devem ser analisados apenas pelo peso nominal da carga.
Dimensões, espessura, área efetiva de contato, distribuição do material e condições do ambiente também participam da avaliação técnica.
Por isso, a definição do equipamento precisa considerar a situação real de uso, em vez de se basear somente em uma descrição genérica da carga.
No Eletroímã Retangular EIR, a geometria retangular favorece aplicações nas quais o formato do conjunto deve acompanhar a configuração da carga ou a integração com o sistema de elevação.
O equipamento é alimentado por um painel elétrico dedicado, responsável pelo acionamento e pelo controle dos ciclos de movimentação. Essa integração permite organizar as etapas de atração, sustentação, deslocamento e liberação de maneira compatível com o processo industrial.
Atração magnética não é o mesmo que operação de elevação
A atração magnética é o fenômeno pelo qual o campo gerado pelas bobinas aproxima e mantém um material ferroso junto ao eletroímã.
Já a operação de elevação industrial envolve um conjunto mais amplo de fatores: configuração do equipamento, sistema de movimentação, características da carga, distribuição do peso, condições do local e procedimentos adotados pela operação.
Assim, o fato de um material ser atraído magneticamente não significa, por si só, que qualquer configuração seja adequada para elevá-lo.
A sustentação e a movimentação devem ser avaliadas de acordo com as condições específicas de aplicação.
O dimensionamento correto é essencial para estabelecer uma solução coerente com o peso, as dimensões, a espessura, a área de contato e a distribuição da carga.
Esse cuidado é especialmente relevante em processos repetitivos, nos quais o eletroímã participa de diversos ciclos ao longo da operação.
O painel elétrico dedicado contribui para o controle do acionamento, enquanto a análise técnica orienta a escolha da configuração compatível com a frequência de uso, a temperatura e as demais condições operacionais especificadas pelo cliente.
A ITAL atua há mais de 60 anos no mercado de aplicações magnéticas e soluções eletromagnéticas. Como fabricante, fornecedora e instaladora, a empresa desenvolve e disponibiliza soluções para movimentação e separação magnética em diferentes setores industriais.
Como funciona o Eletroímã Retangular EIR?
O Eletroímã Retangular EIR é projetado para atrair, sustentar e movimentar cargas ferrosas em operações industriais.
Seu formato retangular permite a integração com sistemas de elevação compatíveis com a geometria da carga e com a configuração do processo, favorecendo uma área de atuação adequada ao posicionamento do equipamento sobre o material.
A aplicação do EIR depende da relação entre o eletroímã, o sistema de elevação e as características da carga.
Por isso, a geometria retangular não deve ser interpretada como uma solução universal para qualquer operação.
Peso, dimensões, espessura, área de contato e distribuição do material influenciam a forma como o campo magnético atua e devem ser considerados na definição da configuração industrial.
Geração do campo magnético por bobinas elétricas
O funcionamento do EIR baseia-se em bobinas elétricas. Quando o sistema recebe o acionamento adequado, a corrente elétrica percorre essas bobinas e gera um campo magnético.
Esse campo permite a atração de materiais ferrosos posicionados dentro da área de atuação do eletroímã.
A intensidade e a efetividade da atração na aplicação dependem das condições reais de operação, incluindo o contato entre a superfície magnética e a carga, a espessura do material, a distribuição do peso e as características do conjunto a ser movimentado.
Assim, o campo magnético não deve ser analisado isoladamente: ele precisa ser relacionado ao tipo de carga e ao modo como o equipamento será utilizado.
Integração com sistemas de elevação
O EIR atua como parte de um sistema de movimentação industrial. Sua estrutura retangular pode ser integrada a equipamentos de elevação compatíveis, permitindo que a carga seja atraída e deslocada de acordo com o fluxo definido para a operação.
Essa integração deve considerar o posicionamento do eletroímã, a estabilidade da carga e o percurso de movimentação. A atração magnética é o fenômeno que estabelece a aderência entre o eletroímã e o material ferroso.
Já a elevação industrial envolve um conjunto mais amplo de ações: acionamento, sustentação, deslocamento, posicionamento e liberação da carga.
Portanto, a presença de atração magnética, por si só, não substitui a avaliação da configuração completa do sistema nem os procedimentos operacionais aplicáveis à tarefa.
Função do painel elétrico dedicado
O EIR é alimentado por um painel elétrico dedicado, responsável por participar do controle do acionamento eletromagnético.
Esse painel permite organizar os ciclos de operação, definindo quando o sistema deve ser acionado para atrair a carga e quando deve ser desacionado para permitir sua liberação.
O controle dos ciclos é especialmente relevante em processos repetitivos, nos quais a sequência de atração, movimentação e liberação ocorre diversas vezes.
O acompanhamento adequado da operação também contribui para que as condições de uso e o desgaste das bobinas sejam considerados durante a rotina industrial.
A configuração do painel e dos comandos deve ser avaliada de acordo com o equipamento, o sistema de elevação e as necessidades específicas da aplicação.
Etapas básicas de funcionamento
- Posicionamento: o EIR é aproximado da carga ferrosa, respeitando a configuração do sistema de elevação e buscando uma área de contato compatível com o material.
- Acionamento: o painel elétrico dedicado comanda a energização das bobinas elétricas.
- Atração: o campo magnético gerado pelas bobinas atrai a carga ferrosa para a superfície de atuação do eletroímã.
- Sustentação: após a atração, a carga permanece apoiada magneticamente enquanto o sistema realiza a etapa de movimentação prevista para a operação.
- Movimentação: o conjunto de elevação desloca a carga até a posição definida, considerando a distribuição do material e as condições do percurso.
- Liberação: o comando elétrico interrompe o acionamento das bobinas, reduzindo a ação magnética e permitindo a liberação controlada da carga.
- Repetição do ciclo: quando o processo é repetitivo, a sequência pode ser retomada conforme a configuração operacional e os procedimentos definidos para o sistema.
Esse ciclo deve ser analisado de forma integrada. A atração, a sustentação e a liberação precisam estar relacionadas ao tipo de material, à área efetiva de contato, à distribuição da carga e às condições de uso.
Uma avaliação técnica é importante antes da definição do equipamento, principalmente quando existem variações de dimensões, espessura, temperatura ou frequência de acionamento.
Essa abordagem ajuda a relacionar o princípio de funcionamento do eletroímã com a organização do processo industrial, a integração ao sistema de elevação e a necessidade de especificação conforme as condições reais de operação.
Critérios para especificar um eletroímã industrial
A especificação de um eletroímã industrial deve começar pelas condições reais da operação, e não apenas pelo tipo de equipamento desejado.
No caso do Eletroímã Retangular EIR, a definição técnica considera as características da carga ferrosa, a forma de contato com a superfície magnética, o ritmo de movimentação e o ambiente de trabalho.
Essas informações ajudam a estruturar uma solicitação mais precisa e reduzem o risco de selecionar uma solução incompatível com o processo.
Checklist do peso da carga
Antes de solicitar uma avaliação, reúna informações sobre:
- Peso individual e peso máximo das cargas a serem movimentadas.
- Existência de variações relevantes entre as cargas mais leves e mais pesadas.
- Distribuição do peso ao longo da peça ou do conjunto.
- Frequência com que a carga será movimentada.
- Necessidade de movimentar uma peça por ciclo ou várias peças simultaneamente.
- Possíveis alterações no peso devido à presença de resíduos, componentes acoplados ou materiais aderidos.
O peso, isoladamente, não define a adequação do eletroímã. A capacidade de atração e sustentação também depende da área efetiva de contato, da espessura do material, da geometria da peça e da distribuição da carga.
Por isso, informar somente o peso pode ser insuficiente para uma análise técnica responsável.
Dimensões, espessura, contato e distribuição da carga
As dimensões da carga devem ser descritas com o máximo de clareza possível. Registre comprimento, largura, altura, formato e eventuais irregularidades que possam dificultar o contato com a face magnética.
Peças planas, perfis, chapas, blocos e conjuntos metálicos podem apresentar condições de contato diferentes, mesmo quando têm pesos semelhantes.
A espessura do material também é uma informação importante para a avaliação. É necessário verificar se a superfície disponível para contato é contínua, curva, fragmentada, inclinada ou parcialmente obstruída.
Folgas entre o eletroímã e a carga podem alterar a interação magnética e devem ser consideradas na análise da aplicação. A distribuição da carga merece atenção especial.
Uma peça com centro de massa deslocado pode se comportar de maneira diferente de uma carga equilibrada.
Informe onde ficam as regiões mais pesadas, se a carga pode oscilar durante a movimentação e qual orientação será necessária para retirar, transportar ou posicionar o material.
Condições operacionais que influenciam a especificação
A solicitação técnica deve incluir as condições do ambiente e da rotina de trabalho. Entre os dados relevantes estão:
- Temperatura a que o eletroímã e a carga estarão sujeitos.
- Frequência de uso e quantidade aproximada de ciclos da operação.
- Tempo de acionamento e intervalo entre os ciclos.
- Tipo de sistema de elevação ou movimentação ao qual o equipamento será integrado.
- Espaço disponível para instalação e movimentação.
- Presença de poeira, umidade, resíduos industriais ou outras condições ambientais relevantes.
- Necessidade de posicionamento preciso ou de movimentação repetitiva.
A frequência de uso e o controle dos ciclos são particularmente importantes porque a aplicação envolve acionamento eletromagnético por bobinas elétricas e alimentação por painel elétrico dedicado.
O painel participa do controle do acionamento e da rotina operacional, enquanto as condições de uso ajudam a orientar a análise sobre o comportamento do conjunto ao longo do processo.
Avaliação técnica antes da definição do equipamento
Antes de definir um eletroímã, organize uma descrição completa do processo. Sempre que possível, reúna desenhos, fotografias, dimensões, características da carga e informações sobre o equipamento de elevação existente.
Também é útil descrever o percurso da carga, os pontos de coleta e entrega, a posição de trabalho e as limitações de acesso.
Essa avaliação deve verificar se a geometria retangular do EIR é compatível com a área e o formato de contato disponíveis.
O objetivo não é escolher o equipamento com base em uma única característica, mas relacionar carga, contato, ambiente, frequência de uso e integração ao sistema de movimentação. A definição final deve ser feita a partir das condições reais da operação.
Informações genéricas podem orientar a conversa inicial, mas não substituem a análise técnica da aplicação específica.
Também não é adequado assumir limites de carga, desempenho ou comportamento sem que esses aspectos sejam avaliados para o conjunto formado pelo eletroímã, pelo painel elétrico, pelo sistema de elevação e pela carga.
Quadro educativo das variáveis da aplicação
| Variável | O que informar | Por que é relevante |
|---|---|---|
| Peso | Peso mínimo, máximo e variações entre as cargas | Ajuda a caracterizar a solicitação de atração e sustentação |
| Dimensões | Comprimento, largura, altura e formato | Permite avaliar a compatibilidade geométrica com o eletroímã |
| Espessura | Espessura predominante e possíveis variações | Contribui para compreender a condição de interação magnética |
| Área de contato | Região efetivamente disponível para contato | Pode influenciar a eficiência da atração da carga |
| Distribuição | Centro de massa, equilíbrio e pontos mais pesados | Ajuda a analisar estabilidade e orientação durante a movimentação |
| Temperatura | Faixa de temperatura do ambiente e da operação | Orienta a avaliação das condições de trabalho do conjunto |
| Frequência de uso | Quantidade e repetição dos ciclos de movimentação | Relaciona-se ao regime operacional e ao controle dos acionamentos |
| Integração | Sistema de elevação e espaço de instalação | Permite verificar como o equipamento será incorporado ao processo |
Esse quadro funciona como roteiro para preparar uma solicitação, não como uma tabela de limites ou de capacidades do produto. Os dados devem ser interpretados em conjunto, pois uma alteração em uma variável pode modificar a análise das demais.
Consulte a ITAL sobre a necessidade específica
Para estruturar uma solução adequada, apresente à ITAL as características da carga, as dimensões, a espessura, a área de contato, a distribuição do peso, a temperatura e a frequência de uso.
Com mais de 60 anos de atuação em aplicações magnéticas e soluções eletromagnéticas, a empresa fabrica, fornece e realiza a instalação de produtos como o Eletroímã Retangular EIR.
A consulta técnica permite relacionar as necessidades do processo às condições reais de movimentação, sem substituir a avaliação específica por suposições genéricas.
Aplicações e setores que utilizam eletroímãs para movimentação
O Eletroímã para elevação de aço pode ser aplicado em operações industriais que exigem a atração, o posicionamento e a movimentação controlada de cargas ferrosas.
A adequação da solução depende das características do material, da geometria da carga, da frequência de movimentação e da forma como o equipamento será integrado ao processo.
Siderúrgicas, metalúrgicas e fundições
Em siderúrgicas, metalúrgicas e fundições, o eletroímã pode apoiar a movimentação de materiais ferrosos em etapas nas quais seja necessário retirar, posicionar ou transferir cargas metálicas.
O uso deve ser analisado conforme o peso, as dimensões, a espessura, a área de contato e a distribuição da carga.
Nesses ambientes, o Eletroímã Retangular EIR pode ser considerado quando a geometria retangular for compatível com a carga e com o sistema de elevação industrial disponível.
A definição do equipamento não deve se basear apenas no tipo de setor, mas nas condições reais da operação e no comportamento da carga durante a movimentação.
Caldeirarias, indústrias de máquinas e construção civil
Caldeirarias e indústrias de máquinas podem utilizar soluções eletromagnéticas para movimentar chapas, peças e outros materiais ferrosos compatíveis com a aplicação definida tecnicamente.
Na construção civil, o equipamento pode contribuir para o posicionamento de componentes metálicos em processos que demandem movimentação controlada. A seleção deve considerar se a superfície disponível oferece contato adequado e se a distribuição da carga permite uma movimentação estável.
Também é importante avaliar como o eletroímã será instalado e operado dentro do sistema existente, evitando tratar o produto como uma solução universal para qualquer tipo de carga.
Reciclagem e operações logísticas
Em empresas de reciclagem, o eletroímã pode ser empregado na movimentação de materiais ferrosos ao longo de fluxos internos de recebimento, organização e transferência.
Em operações logísticas, seu uso potencial está relacionado ao deslocamento de cargas metálicas quando a atração magnética for compatível com o material e com o processo.
A aplicação em reciclagem ou logística exige atenção à composição e à forma dos materiais, à presença de elementos não ferrosos e à regularidade dos ciclos de movimentação.
Uma avaliação técnica ajuda a verificar se a configuração do equipamento corresponde às características efetivas da operação.
Movimentação repetitiva, produtividade e controle operacional
Quando a movimentação de cargas ferrosas ocorre de forma repetitiva, o acionamento eletromagnético e o controle dos ciclos podem organizar melhor a sequência operacional.
A atração magnética reduz a necessidade de manuseio direto da carga e pode contribuir para uma movimentação mais controlada, com menor exposição dos trabalhadores ao deslocamento dos materiais.
Esses benefícios devem ser compreendidos como possibilidades condicionadas à especificação correta, à integração com o sistema de elevação e à operação adequada.
O desempenho observado depende da carga, do ambiente, da frequência de uso e dos demais fatores considerados no dimensionamento.
Adequação por tipo de carga e processo
Antes de definir um eletroímã, relacione o tipo de carga ao processo em que ele será utilizado:
- Chapas e peças metálicas: avaliar dimensões, espessura, área efetiva de contato e distribuição do peso.
- Cargas ferrosas em movimentação interna: verificar o percurso, o sistema de elevação e a necessidade de controlar ciclos repetitivos.
- Materiais de reciclagem: analisar a composição dos materiais e separar o que é efetivamente compatível com a atração magnética.
- Cargas utilizadas em fundições, caldeirarias e metalurgia: considerar as condições ambientais, a temperatura de operação e a frequência de uso.
- Operações logísticas e de construção civil: confirmar a compatibilidade entre a geometria retangular do EIR, a carga e a configuração do equipamento de elevação.
Para uma necessidade específica, a ITAL pode analisar as condições especificadas e orientar a definição da solução, atuando como fabricante, fornecedora e instaladora de produtos para aplicações magnéticas.
Segurança, operação e manutenção no uso industrial
A segurança no uso de um eletroímã industrial começa antes do acionamento. É necessário analisar a carga que será movimentada, a forma como ela se apoia no equipamento e a maneira como seu peso está distribuído.
No caso de materiais ferrosos, a atração magnética pode variar conforme as características da peça e a área efetivamente disponível para o contato. Por isso, a movimentação não deve ser definida apenas pelo peso nominal da carga.
Antes de cada operação, devem ser avaliados:
- Peso e dimensões da carga;
- Espessura e formato do material;
- Área de contato entre a carga e a superfície magnética;
- Distribuição do peso e possível existência de pontos de desequilíbrio;
- Presença de superfícies irregulares, separações ou condições que reduzam o contato;
- Trajetória prevista e interferências no ambiente de movimentação.
Esses fatores ajudam a estruturar uma avaliação técnica mais coerente, mas não substituem a definição do equipamento para a aplicação real.
A capacidade de atração e a estabilidade da carga dependem da combinação entre o eletroímã, o material movimentado, a configuração do sistema de elevação e as condições da operação.
Procedimentos operacionais e condições do ambiente
A operação deve seguir procedimentos definidos para o processo industrial, com atenção ao posicionamento da carga, ao acionamento do eletroímã e ao controle da movimentação.
Também é importante observar as condições do ambiente, incluindo a organização da área, a presença de obstáculos, a circulação de pessoas e equipamentos e as características do percurso da carga.
A movimentação deve ser planejada para reduzir situações de instabilidade, deslocamentos inesperados e exposição desnecessária de trabalhadores à carga.
A avaliação do ambiente deve considerar ainda a frequência de uso, as condições de temperatura e o modo como o eletroímã será integrado ao sistema de elevação.
Esses elementos podem influenciar a especificação e a forma adequada de operar o conjunto.
As orientações acima são gerais e educativas. A definição dos procedimentos aplicáveis depende da configuração efetivamente instalada, das características da carga e das condições observadas no local de operação.
Controle dos ciclos e acompanhamento das bobinas
O Eletroímã Retangular EIR utiliza bobinas elétricas para gerar o campo magnético e conta com painel elétrico dedicado ao acionamento.
Em operações repetitivas, o controle dos ciclos de atração, sustentação, movimentação e liberação contribui para uma condução mais organizada do processo.
O acompanhamento deve observar o comportamento do equipamento durante o uso e sinais relacionados ao desgaste das bobinas. A frequência de acionamento, a temperatura de operação e o regime de trabalho fazem parte da análise técnica da aplicação.
Quando houver alteração no comportamento do eletroímã, sinais de desgaste ou dúvida sobre o funcionamento, a operação deve ser avaliada por profissionais responsáveis pela instalação e pela manutenção do sistema.
Não é adequado estabelecer, de forma genérica, intervalos de inspeção ou critérios universais de substituição, pois essas definições dependem do modelo, da configuração e das condições reais de utilização.
Informação geral e especificação técnica
Uma orientação de segurança pode indicar quais aspectos precisam ser observados, mas não determina sozinha se um eletroímã é adequado para determinada carga.
A especificação exige a análise conjunta do peso, das dimensões, da espessura, da área de contato, da distribuição da carga, da temperatura e da frequência de uso.
Essa distinção é importante porque duas cargas com o mesmo peso podem apresentar comportamentos diferentes quando possuem formatos, espessuras ou áreas de contato distintas.
Da mesma forma, uma operação ocasional pode exigir uma avaliação diferente de um processo com ciclos frequentes e repetitivos.
Instalação e manutenção
A instalação deve considerar a integração entre o eletroímã, o painel elétrico e o sistema de elevação utilizado na operação.
A manutenção, por sua vez, deve acompanhar as condições do equipamento e o desgaste relacionado ao regime de trabalho, sempre de acordo com a aplicação definida.
Para reduzir incertezas, é recomendável consultar o fornecedor antes de instalar, alterar ou utilizar o equipamento em uma condição diferente daquela inicialmente analisada.
A ITAL fabrica, fornece, instala e realiza manutenção de seus produtos, podendo orientar a avaliação da solução conforme as condições apresentadas pelo cliente.
Como avaliar uma solução e solicitar orientação técnica?
A escolha de um eletroímã industrial deve partir da relação entre a carga a ser movimentada e as condições reais da operação.
No caso de um Eletroímã para elevação de aço, a avaliação não deve considerar apenas o peso nominal do material.
Também é necessário observar dimensões, espessura, área efetiva de contato, distribuição da carga, temperatura do ambiente e frequência dos ciclos de movimentação.
Principais critérios de escolha
Antes de solicitar uma solução, reúna as seguintes informações:
- Tipo de material ferroso a ser atraído e movimentado.
- Peso e dimensões das cargas.
- Espessura do aço ou de outros materiais ferrosos.
- Formato da carga e regularidade da superfície de contato.
- Distribuição do peso e possibilidade de flexão ou instabilidade durante a movimentação.
- Frequência de uso e quantidade aproximada de ciclos da operação.
- Temperatura e demais condições do ambiente industrial.
- Forma de integração com o sistema de elevação existente.
- Necessidade de controle dos ciclos de atração, sustentação e liberação.
- Espaço disponível para instalação e movimentação do conjunto.
Esses dados ajudam a estruturar uma consulta técnica mais precisa. A especificação final deve ser definida a partir da análise da aplicação, pois o desempenho da atração magnética depende da interação entre o equipamento e as características concretas da carga.
Quais materiais podem ser atraídos por um eletroímã?
Eletroímãs são destinados à atração de materiais ferrosos, como cargas de aço e outros materiais que respondam ao campo magnético gerado pelas bobinas elétricas. A capacidade de atração não deve ser presumida apenas pela aparência metálica do material.
Ligas, espessura, formato, área de contato e distribuição da carga podem influenciar a adequação da aplicação. Por isso, materiais não ferrosos não devem ser tratados como compatíveis automaticamente com uma solução eletromagnética.
Quando houver dúvida sobre a composição da carga ou sobre seu comportamento magnético, é recomendável apresentar essas informações ao fornecedor para avaliação técnica.
O formato retangular atende qualquer operação?
Não. O formato retangular pode ser adequado quando a geometria do eletroímã favorece a área de contato e a organização das cargas no processo, mas a escolha depende da configuração da operação.
O Eletroímã Retangular EIR foi descrito para facilitar a movimentação e o posicionamento de cargas ferrosas em ambientes industriais, com integração a sistemas de elevação.
Ainda assim, a geometria precisa ser analisada em conjunto com as dimensões da carga, sua superfície, a distribuição do peso, o espaço disponível e o modo como ocorre a movimentação.
Uma solução adequada para uma operação pode não atender outra com cargas ou condições diferentes.
Por que peso, espessura e área de contato importam?
O peso indica a exigência de sustentação da carga, mas não é o único fator relevante.
A espessura pode influenciar a interação do campo magnético com o material, enquanto a área de contato ajuda a determinar como a atração será distribuída.
Cargas com contato irregular, superfícies reduzidas ou peso concentrado podem exigir uma análise diferente de peças planas e uniformes. A distribuição da carga também é importante para o controle da movimentação.
Se o peso estiver desequilibrado, a operação poderá exigir uma avaliação específica da posição do eletroímã e da forma de acoplamento ao sistema de elevação.
Temperatura e frequência de uso complementam essa análise porque estão relacionadas às condições operacionais e ao acionamento repetitivo das bobinas.
A ITAL fabrica, fornece e instala o equipamento?
Sim. Conforme as informações apresentadas, a ITAL atua como fabricante, fornecedora e prestadora de serviços de instalação e manutenção de seus produtos em todo o território nacional.
A empresa possui mais de 60 anos de atuação em aplicações magnéticas e soluções eletromagnéticas, com experiência em movimentação e separação magnética. Essa atuação integrada permite tratar a aquisição como uma decisão técnica que envolve produto, instalação e manutenção.
A disponibilidade de uma solução, sua configuração e os detalhes de atendimento devem ser confirmados diretamente com a ITAL, de acordo com as condições específicas da operação.
Como solicitar uma orientação técnica?
Ao entrar em contato com a ITAL, apresente o máximo possível de informações sobre a aplicação.
Descreva o material, o peso, as dimensões, a espessura, a área de contato, a distribuição da carga, a temperatura do ambiente, a frequência de uso e o sistema de elevação disponível.
Fotografias, desenhos ou informações do processo podem ser úteis quando disponíveis, mas a definição deve depender da avaliação técnica aplicável ao caso.
A consulta é especialmente importante quando a operação envolve movimentação repetitiva, cargas de formatos variados ou integração com equipamentos existentes.
A ITAL poderá orientar a análise do Eletroímã Retangular EIR considerando as características especificadas, sem substituir a avaliação das condições reais de instalação e operação.
Para solicitar orientação, apresente à ITAL as condições da carga e do processo que pretende movimentar. Assim, a empresa poderá avaliar a necessidade específica e indicar o caminho técnico adequado para uma solução de movimentação magnética.
